História do Batllefield 3

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História do Batllefield 3

Mensagem por G3N0C1D4_BR em 1/3/2012, 10:23


Nome: Battlefield 3
Gênero: Tiro em primeira pessoa
Distribuidora: Electronic Arts (Distribuído no Brasil pela Warner Games)
Plataformas: PS3, Xbox 360, PC


Era uma vez uma série de jogos de tiro muito famosa pelo seu modo multiplayer, totalmente aditivo. Esta série também ficou famosa pelos seus gráficos exuberantes e pela forma com que reunia jogadores de todo o globo em suas partidas online. Esta série é Battlefield, que começou sua carreira em 2002, com Battlefield 1942, para PC, Windows e Mac OS. Hoje, quase 10 anos depois, recebemos sua terceira versão oficial, que promete, mas será que cumpre?
A produção do estúdio DICE, Battlefield 3 gerou interesse do público por vários motivos. Um deles é o seu poderio gráfico, capaz de superar até mesmo os mais modernos games, ao menos na versão PC, que conta com grafismo de ponta. O outro motivo é que o game foi lançado perto de Call of Duty: Modern Warfare 3, seu principal concorrente e arrasa quarteirões da Activision.

A dúvida pairou no ar. Será que Battlefield 3 superaria a concorrência? Será que seria tão divertido quanto antigamente? Os games anteriores, os spin-offs Bad Company e Bad Company 2 foram até divertidos, mas por motivos diferentes. É chegada a hora de conferir se o terceiro jogo oficial da série, enfim, vai decepcionar ou surpreender seus fãs e novos jogadores. Confira:



História para que?
Podemos dizer que Battlefield 3 talvez seja o mais inovador da série. Não por trazer alguma grande novidade em sua jogabilidade, mas sim por apresentar um modo de história, algo que não é muito comum na franquia. Contudo, não espere que a história seja lá de muito destaque ou até memorável, ela passa bem longe disso, principalmente para jogadores acostumados com a série Call of Duty – onde a história é um dos pontos fortes.


O modo para um jogador de Battlefield 3 se passa em um futuro próximo, em 2014. No mesmo ano em que a Copa do Mundo de Futebol se desenrola no Brasil a história do game desenrola mais uma guerra moderna, bem ali na região do Irã. O inimigo, porém, não são talibãs ou algum grupo famoso de terroristas, e sim uma milícia local que luta pela libertação do povo.
Como em todo jogo moderno de guerra e tiro em primeira pessoa, o game coloca o jogador em diversos papéis diferentes ao longo da aventura. Não há como se prender a um personagem só, até porque alguns deles acabam morrendo, como em qualquer casualidade de guerra. Porém, podemos considerar o sargento Henry Blackburn como a figura central, já que é nele que passamos mais tempo, incluindo aí a introdução do game, toda em flashback.

Mas entenda, quando falamos sobre o “ponto forte” de Call of Duty em termos de história, queremos dizer no sentido cinematográfico de ser, como só Call of Duty consegue desde seu primeiro título. Battlefield 3 até apresenta algumas cenas memoráveis, de babar (principalmente pelos gráficos, que falaremos mais tarde), mas nada que tenha tanto destaque quanto as sequências dignas de cinema de Call of Duty: Modern Warfare 3, por exemplo. Mas a vida segue, já que este não é ponto principal deste novo jogo.


Treinamento para o modo online
Podemos dizer que o modo de campanha de Battlefield 3, que aliás é bem curtinho, serve como um treinamento para o modo online do game – este sim a cereja do bolo, o último biscoito do pacote, o refrigerante de máquina de cinema que você tanto adora. Neste ponto podemos dizer que nenhum jogador da série vai se sentir abandonado. O multiplayer do game é tão rico quanto nos títulos anteriores. Na verdade ele está ainda mais divertido.
De proporções épicas, os embates se desenrolam entre até 64 jogadores no PC e até 24 nas versões para consoles. Jogadores de PC saem ganhando nesta, já que os mapas são bem maiores, adaptados para esta quantidade de participantes. E acredite quando afirmamos: os mapas de Battlefield 3 possuem vida própria, personalidade e são altamente táticos, com diversos pontos estratégicos que podem ajudar a definir a vitória de um time ou de uma pessoa sobre seu oponente.
Quem conhece a série vai se sentir em casa, com modalidades que já são conhecidas dos velhos fãs. São eles o modo Conquest (onde é preciso capturar pontos do mapa), Rush (disputa entre territórios estratégicos), Squad Rush (parecido com o Rush, mas com suporte a esquadrões e em mapas menores), Squad Deathmatch (o famoso confronto entre times, com suporte para até quatro grupos) e o Team Deathmatch (dois grupos distintos se enfrentam nos enormes mapas). Esta última modalidade marca seu retorno em Battlefield 3, para a alegria da galera.


Obviamente, há o clássico sistema de classes, uma designada para cada tipo de jogador, de livre escola. São quatro classes no total – Assault, Support, Engineer e Recon, cada uma com seus próprios armamentos e acessórios de bônus, que podem auxiliar outros amigos durante as partidas. O Engineer, por exemplo, pode consertar tanques ou sabotar um tanque inimigo, enquanto o Recon utiliza um rifle de precisão para acertar alvos que estão há bons metros de distância. Nada de muito diferente nas classes pode ser conferido, o que é bom, já que elas funcionam bem, como precisam funcionar.
Entrar em uma partida multiplayer em Battlefield 3 é mamão com açúcar. A acessibilidade é muito boa tanto para jogadores veteranos, que gostam de filtrar opções de partidas por mapas e participantes, quanto para novatos, que gostam de entrar na primeira sala disponível que encontram pela frente. Basta selecionar sua opção desejada e pronto, segundos depois você já está trocando tiros em rede. Tudo é muito intuitivo.
Fica a crítica apenas para o sistema entre-partidas. Não é possível abandonar um jogo após o término de um embate. É preciso esperar começar uma próxima partida para sair do jogo e voltar ao menu principal. Gasta-se um tempo precioso, já que há telas de carregamento entre este vai e vem.


Dedo no gatilho e no joystick
A jogabilidade geral de Battlefield 3 inova pouco. Na verdade ela é bem clássica em relação à série e bem tradicional em termos de jogos de tiro em primeira pessoa. Se pudermos citar alguma inovação talvez ela esteja apenas ligada a alguns momentos do modo para um jogador, onde é preciso utilizar os chamados “quick time events”, que pedem para que o jogador pressione determinado botão na hora certa. De resto, ainda há variações na jogabilidade, com o controle de veículos – tanques, aviões, etc.
Outra boa adição a esta nova versão de Battlefield é o modo multiplayer cooperativo. Neste modo, uma dupla de jogadores precisa sobreviver a ondas de inimigos em mapas que se misturam aos cenários da campanha. É divertido jogar online ou localmente, já que é possível elaborar melhor as estratégias, jogando apenas com uma segunda pessoa e não em grandes grupos.
O cooperativo, porém, talvez seja um pouco menos acessível que o restante do jogo, já que a dificuldade é altamente crescente. Por isso mesmo ele é mais recomendado para jogadores um pouco mais experientes, excluindo a parcela novata, que pode acabar não achando tanta graça, justamente pela dificuldade.


Literalmente estonteante
Um dos principais atrativos de Battlefield 3, além do multiplayer, está em sua parte gráfica. O jogo e um colírio para os olhos mais sofredores de conjuntivite. Como era de se esperar, o novo motor-grafico Frostbite 2 faz milagres, mostrando uma qualidade gráfica que nem sabíamos que poderia existir.

Claro que os gráficos são extremamente mais avançados na versão para PC. As versões de Xox 360 e PlayStation 3, na verdade, nem se comparam com o que é visto no Battlefield 3 de computadores. De fato, o game nos consoles conta com uma instalação opcional, que melhora as texturas do jogo de forma bem expressiva. Quem não tiver espaço no disco rígido (cerca de 1,5GB), recomendamos nem tentar jogar, já que sem este pacote o jogo fica extremamente feio, nem parece o mesmo game de antes.

Mas, voltando aos seus exuberantes gráficos, Battlefield 3 impressiona tanto quanto qualquer outro game da atualidade, a exemplo de . Seus efeitos de luz, de tiro, modelagem de ambiente, personagens, tudo está de cair o queixo. Jogar em um que aguente sua configuração máxima é altamente recomendado, já que só assim para aproveitar o máximo que o jogo tem a oferecer. É possível, por vezes, ficar parado só apreciando os belos cenários. Há uma fase em particular, onde controlamos um tanque em um deserto, que beira o inacreditável em termos do que é real e o que é jogo. O estúdio fez, realmente, um trabalho ímpar no visual de Battlefield 3, algo que só deverá ser totalmente superado na próxima geração de consoles.


Conclusão
Battlefield 3 faz o melhor no que pode em suas áreas mais fortes. O multiplayer continua imperdível, como e de costume na série da Electronic Arts. Há um modo cooperativo que adiciona ainda mais replay ao game, mas peca por ser muito difícil e nada amigável a novatos. Os gráficos são de babar, como era de esperar pelos vídeos e imagens de divulgação. Há um modo de história, mas que não agrega muito ao game, principalmente por sua curta duração e falta de inspiração na narrativa. Felizmente, toda a experiência online compensa os probleminhas.

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Re: História do Batllefield 3

Mensagem por Shucrut em 25/3/2012, 16:38

Uma pena que no modo offline não tenha o modo de jogo presente no bf2 e que está presente apenas no modo online, que é conhecido "rouba bandeira". Esse seria o verdadeiro treinamento para o modo online. Se não é possivel jogar no mesmos mapas e modos online em off, então não há treinamento.

Uma pena que não tive pc para testar o jogo direitinho.


[]s
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